terça-feira, 21 de dezembro de 2010

A mulher cristã e sua auto-estima






Lutaremos pela nossa auto-estima sem perder a decência.Minha observação pessoal: imagine se nós ganhassemo para JESUS uma artista famosa conhecida mundialmente como a "XUXA MENEGUEL" se ela faria parte de nossa igreja só porque na nossa congregação não pode isto ou aquilo. Pensemos com raciocínio de Cristo se Ele iria pensar na salvação dela ou se na aparência Quero que entendam que não sou condizente com roupas tão curtas que os irmãos não podem nem cultuar, ficam o culto todo de cabeça baixa. Orando? NÃO! Por que não conseguem se concentrar no culto, pois, só vêem lance das irmãs que escandalizam o evangelho.  Particularmente, acho lindo uma irmã de cabelos cortados sem escandalizar o evangelho e nem os irmãos, e unhas limpas com uma bela base, sinônimo de higiene. Afinal, somos semelhança de Deus.
 Estou falando de olhar as pessoas com olhares de sabedoria. Visando a alma e deixar que as vestes e cabelo, por responsabilidade  do espírito santo que que é o  que convence o homem do que tem que ser feito. 


Um assunto que tem sido muito comentado na atualidade e que tem sua importância no desenvolvimento humano é a auto-estima, apesar de ser freqüentemente tratado de maneira superficial, como se fosse apenas ter pensamentos ou palavras positivas.


E, mesmo que tenham surgido muitas publicações, palestras e pregações sobre o tema principalmente no final do século passado, a história nos mostra que a auto-estima não é um assunto tão novo assim. No século XVI, o filósofo Michel de Montaigne já afirmava que “A pior desgraça para nós é desdenhar aquilo que somos.” Segundo a Bíblia, somos a imagem e semelhança de Deus (Gn 1.26). A própria Bíblia nos traz diversas passagens que referenciam a questão do valor que devemos nos dar (Jo 15.16; Rm 8.37; 1 Co 3.16, 17; Ef 1. 3-5; Fl 3. 12-16).

A auto-estima vai muito além do que existe na literatura moderna sobre o tema. E é preciso considerá-la como um assunto de importância singular, especialmente dentro das igrejas. Estudos têm sido realizados constantemente para avaliar a auto-estima das pessoas. Uma pesquisa publicada na Revista Veja (ed. 2015, de 4 julho de 2007 ) mostra que 59% dos brasileiros sofrem de baixa auto-estima, o que confere maior relevância ao tema, confirmando a necessidade de ser tratado com seriedade.

Nós, mulheres cristãs, devemos ter como referencial a Bíblia, onde vemos que somente Deus consegue determinar o valor real de cada ser humano. E auto-estima é uma tentativa de determinarmos nosso próprio valor. É o conjunto de crenças e atitudes que temos em relação a nós mesmos, como: apreço, consideração, carinho, amor... Podemos então aumentar nossa auto-estima se melhorarmos a consciência que temos de nós, se nos avaliarmos como somos e agirmos com coerência.

Jesus disse: “Amarás o teu próximo como a ti mesmo.” (Mt. 22. 39) Esse texto nos deixa bem claro que, sem aceitação e amor para conosco, não haverá aceitação e amor para com o próximo. O amor próprio é parâmetro para o amor ao próximo. Deus não condena o amor próprio e, se ele fosse nocivo, o mandamento seria amar ao próximo mais do que a si mesmo. Ainda, o apóstolo Paulo reconheceu o próprio valor quando sua autoridade apostólica foi questionada (2 Co. 10 e 11).

Auto-conhecimento é o que precisamos ter, pois quanto mais nos conhecermos, apesar do surgimento de imperfeições que não conhecíamos, maiores serão nossas condições de estabelecermos uma auto-estima saudável. Deus nos conhece na nossa essência e nos quer como mulheres:

- que conhecem seu valor (o valor que Ele nós dá e que não é pouco);
- que procuram aperfeiçoar-se cada dia mais;
- que confiam inteiramente em Deus e não em seus próprios atos;
- centradas Nele e não no “eu”;
- que não se desprezam, pois esse é um sentimento que o Senhor não tem por nós.

Sejamos mulheres valorosas como a mulher de Pv. 31. E que o Espírito Santo nos impulsione a sermos equilibradas e a termos uma adequada auto-estima. O inimigo sabe que a mulher é o equilíbrio do lar, por isso ele tenta desestabilizar a mulher para atingir toda a família. Nosso papel é o de ser sempre ajudadoras idôneas (Gn. 2.18) e um canal de bênçãos (Pv. 14.1) para nossos familiares.

Desse modo, cuidar do nosso corpo, da nossa saúde, desenvolver nossas habilidades, aprimorar cada qualidade que Deus nos deu, saber trabalhar nossas imperfeições, não tentar seguir padrões irrealistas, principalmente os adotados pela mídia, são manifestações de amor-próprio legítimo (Deus as aprova) que podem ajudar-nos a melhorar a auto-estima.
Que Deus nos abençoe, dando-nos condições de desenvolver e manter uma auto-estima saudável, cuidando para não exagerarmos na auto-valorização, cuidando para não sermos soberbas, mas reconhecendo que, diante Dele, diante de nossa família, diante da sociedade e da Igreja, temos um valor, temos algo bom a oferecer.
Fonte:iadcg.org/portal

AMÉM.

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